out
5
2015

Katty Perry no Brasil – Curitiba

Aiai… Esperei tanto por esse momento e passou tão rápido. Hoje vou desabafar aqui minhas impressões do show que a maravilhosa Katy Perry fez no Brasil, da Prismatic Tour, mais precisamente em Curitiba-PR.

Começando pelo show em si, foi tudo incrível. Quem abriu o show foi a cantora Tinashe, que deu tudo de si e foi cativante. Seu estilo é R&B, sua voz é linda e ela dança muito! Super presença de palco, já virei fã!   O show da Katy Perry é realmente um show, sabe? Muitos efeitos, Katy faz muitas performances, os dançarinos são incríveis e as trocas de cenário e figurino são de tirar o fôlego.

Katy foi muito simpática, conversou com o público, inventou um apelido fofo para os fãs da cidade (cuti-cu, se não me engano). Como todo show, chamou um fã no palco, que parece ter sido reconhecido do Twitter, o que achei bem louco. Como?

Os momentos mais emocionantes pra mim foram: Dark Horse (por causa de todo o aparato e luxo), By The Grace Of God (ela fala sobre o momento difícil que passou e foi bem mágico) e Firework (é a última música e mais empolgante ao vivo). Mas sério, quem é fã como eu, com certeza amou muito tudo! Aqui abaixo estão algumas fotos que tirei, tudo muito pequeno e distante.

Agora vou falar sobre a parte chata. O show aconteceu na Pedreira Leminski, que pelo que sei é um lugar próprio para shows. Acho que as pessoas que estavam na pista tiveram uma experiência ótima em relação ao lugar, mas eu que fui no camarote, achei péssimo e não volto mais.

Pra começar, havia um espaço de camarote e outro de camarote família (indicado pra pais com crianças). Quando comprei o camarote, estas duas partes eram divididas ao meio, mas o que não mostrava é que o camarote família iria na frente de tudo, deixando pra trás as pessoas do camarote normal. Agora pensa nos pais colocando suas filhas nos ombros pra enxergarem melhor. Tampava toda a nossa visão! Mas logo eles tiravam porque todo mundo pedia. Ou seja, as menininhas não viram direito, nem a gente que foi obrigada a ficar bem mais pra trás.

Outro ponto é que por um camarote, eu esperava algum lugar pra sentar e não ter que ficar lutando por um espaço. Se eu me sentasse em uns puffs no meio do camarote, perdia o lugar que meus pés fincaram no chão assim que cheguei. Sou baixinha e acho que o camarote deve ser inclinado para que todos possam ver, certo? Pelo menos cheguei bem cedo e ainda consegui ver, mesmo que com dificuldade.

Assim que cheguei no local, fui ao banheiro, já que fiquei um tempinho na fila e pra minha surpresa: banheiro químico. Argh! Sério? Não bebi uma gota de água a noite toda só pra não precisar usar aquela coisa nojenta.

E por fim, achei que o som não chegava tanto onde a gente estava. As caixas de som eram todas viradas para frente e estávamos na lateral. O show da Tinesha, praticamente não escutei nada. O show da Katy escutei porque realmente era mais alto, mas não me senti muito inserida no show. Senti como se eu estivesse assistindo da sacada de um prédio, fora do show sabe? Isso foi meio chato.

Enfim, o show foi lindo e a Katy compensou. Estou até com aquela famosa depressão pós show. Mas a organização não me agradou nem um pouco. Acho que brasileiro sempre aceita muito as coisas. É por isso que estou reclamando, assim como ali no camarote escutei tanta gente reclamando das mesmas coisas que eu. É que o show da Katy Perry vale a pena sempre! Mas esses fatores chatos me impediram de uma experiência totalmente positiva, é uma pena.

Quem foi? O que tem pra contar?

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Tatiana, moro no interior de São Paulo, sou formada em moda e amo todo o universo feminino...
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