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abr
6
2017

Crítica sobre A Bela e a Fera – minha opinião

Aposto nesse momento todo mundo aí já assistiu e já tem sua própria opinião, mas mesmo assim, vou dar a minha.

A Bela e a Fera é um filme que foi muito aguardado e pra quem já amava a história desde criança (como eu), foi muito difícil conter a ansiedade. Finalmente, chegou o dia e lá fui eu pro cinema toda animada, depois de ouvir muita gente falando que o filme é maravilhoso e tal.

Ás vezes me pergunto se minha expectativa era grande demais, mas quando alguém me pergunta se gostei, não consigo dizer aquele sim aberto. Foi tudo muito fiel ao original, com cenas extras. O cenário foi lindo e babei muito com aquele castelo maravilhoso! Também, os objetos com vida estavam incríveis. Achei um filme bem feito, bonito, maaaas…..Vou dizer que não adorei, pelos 3 principais motivos que mais me incomodaram:

1-Emma Watson. Me perdoem as fãs da atriz, mas acho que ela simplesmente não passou emoção para a personagem. Não digo que ela não seja uma boa atriz, mas parece que ela não se entregou muito para o papel no quesito emoção. Achei inexpressiva, e no momento do final do filme, na cena que sempre foi batata de chorar, simplesmente não caiu nenhuma lágrima minha, nada. E olha que eu choro com qualquer coisa hein! Como pode uma personagem de desenho me passar mais emoção do que uma pessoa de carne e osso? Acho que as pessoas se emocionaram muito mais pela questão do filme em si, como uma nostalgia, mas no geral acho que faltou emoção.

2-Gaston foi a estrela do filme. Sim, estranho, né? Foi dado muito destaque para esse vilão e o ator brilhou mais que a atriz principal. Parabéns para o ator, mas gostaria que a Bela tivesse brilhado mesmo.

3-Muita cantoria. Sim, no filme original existem muitas músicas, mas eles adicionaram mais algumas, o que achei um pouco cansativo.

Vejo que quando alguém diz que adorou o filme, fala logo em seguida “foi igual ao original”. Mas isso pra mim não diz muita coisa. Diz apenas que você é fã da história original. Eu sou fã da história original e sempre achei o filme da Disney mais cheio de sentimentos, porém não posso dizer o mesmo dessa versão real. Me desculpem, mas essa é minha opinião.

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mar
30
2016

Sobre a tendência de esperar o pior das pessoas

Esse é um tema que sempre me pegou. Por que algumas pessoas teimam em só ver o lado ruim das pessoas e esperar o pior delas? Eu não sei, mas infelizmente faço parte desse clube. Se você é mais quieta e na sua como eu, já se deparou milhares de vezes na vida com pessoas perguntando se você é tímida, ou perguntando por que você fala pouco ao conhecer novas pessoas.

Bom, comigo foi sempre assim. Eu converso muito com quem já conheço ou sou amiga, mas pessoas novas sempre foram um desafio pra mim. Por um tempo aceitei essa ideia de timidez, mas no fundo eu sentia que não era isso. Eu não tinha vergonha de falar com a pessoa, simplesmente não tinha vontade. Tenho costume de analisar muito alguém antes de dizer qualquer palavra, mas nunca soube muito bem o porquê.

Refletindo sobre esse fantasma da falta de vontade de me relacionar, digamos assim, é que cheguei num ponto crucial: eu espero o pior das pessoas. Percebi que só vejo maldade dentro de cada um, mas por quê? Sim, nós temos dois lados, afinal somos humanos, mas aprendi também que a maioria das pessoas não é ruim. Eu não sou a madre Teresa, mas sou uma pessoa boa com falhas, assim como a maioria, certo? Eu não gostava nem um pouco das que são hoje algumas das minhas melhores amigas. Eu nunca tomei iniciativa de fazer amizade com alguém, era sempre o contrário. Aí acabava percebendo que a pessoa era legal depois de um tempo.

Vou confessar que quando era criança/pré-adolescente tomei uma decisão importante. Decidi que aquele ano seria diferente, decidi que todo mundo teria algo legal ou interessante. Comecei a enxergar todos como sendo super legais. E vou dizer uma coisa: me surpreendi. E vou dizer outra coisa: aquele foi um dos melhores anos da minha vida, quando me senti mais em paz, feliz e relaxada. Não me lembro nada de ruim (forte) que tenha acontecido naquele ano. E não fiz isso só com pessoas, fiz com filmes e músicas também e adivinha? Descobri e aprendi muita coisa legal.

Mas, por que isso durou só um  ano na minha vida? Não sei. Minha natureza falou mais alto a um certo ponto e me fechei, voltando a pensar e agir como antes. Essa coisa de enxergar o lado ruim das pessoas tem lá suas vantagens também. Percebo muita coisa antes dos outros e já me protegi de várias decepções. Ao mesmo tempo dei chances a pessoas que sabia que não me fariam bem e foi batata! Decepção certa. Isso me abalou mas não me acabou. No final das contas, acho mais válido ter um equilíbrio aí. Não consigo ser total aberta, como fiz por um ano, mas é possível chegar num território neutro com muito esforço e manter. Tipo dieta: não dá pra tirar tudo senão logo você tem uma recaída e ataca os doces, mas dá pra diminuir a quantidade de carboidratos, sabe?

Se você se sente assim ou já se sentiu assim me conta aqui nos comentários, vou adorar saber a sua história!

E só pra acrescentar aqui, sou número 7 na numerologia, o que faz total sentido com essa característica na personalidade. Juro, eu não acreditava, mas depois de pesquisar melhor fiquei espantada! Então essa característica não é só uma questão de proteção, mas da própria personalidade mesmo. 

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out
26
2015

Nova série: Younger

Oi meninas! Hoje vou falar sobre uma nova série que estou amando: Younger, que se passa no canal E! toda segunda as 22:30 h. O elenco tem a nossa querida Hilary Duff como Kelsey (uma das principais) e o gatíssimo Nico Tortorella, interpretando Josh.

 

Mas vamos falar sobre a real trama da história. Sutton Foster interpreta Liza, uma mulher de 40 anos que foi traída pelo marido que a trocou por uma garota novinha. Ela se encontra sem emprego (cuidava apenas da casa), sem casa (foi obrigada a vender), com uma filha adolescente pra sustentar (que no momento está longe fazendo intercâmbio). Bom, Liza começa a procurar emprego e como ficou muito tempo afastada, está sem experiência em seu currículo, o que a obriga a buscar um cargo mais baixo como de uma assistente. Mas esses cargos só são dados a meninas de vinte e poucos anos, que acabaram de sair da faculdade e estão mais por dentro de tudo que acontece no mundo, assim como tecnologia.

Em seu desespero, Liza faz uma transformação para parecer mais nova. Ela faz luzes nos cabelos, procura vestir roupas mais jovens e tenta mudar suas atitudes. Finalmente aparece um emprego onde a protagonista se passa por 26 anos. Hum…forçado? Talvez, sim, ok é forçado. Maaaas, a série é bem legal! Olha aqui abaixo Liza como 26 anos e como 40 anos.

Liza vai morar com sua amiga, artista plástica que é gay no caso, e é onde tudo começa. É muito interessante essa coisa da idade como é mostrada na série. Dá pra ver o quanto a idade está na nossa cabeça, em certos comportamentos e que não deveríamos nos importar tanto com um número. Liza e sua chefe Maggie, tem a mesma idade, mas parecem completamente diferentes na cronologia. Maggie está sempre tentando parecer chique e sim, ela é bem elegante, mas é isso que a deixa mais envelhecida. Acaba se tornando uma pessoa muito montada e inacessível toda cheia postura, sabe? Por isso que é legal brincar com a moda e não levá-la tão a sério.

No meio disso tudo, Liza conhece Josh, de vinte e poucos anos, com quem começa um relacionamento. Hum…ela foi deixada pelo marido e estava se sentindo um trapo, mas veja só, um novinho (gatíssimo, por sinal) se interessou por ela! Mais um exemplo legal para as mulheres.

Hilary Duff interpreta a amiga que Liza conhece no trabalho e que mostra esse novo mundo mais jovem, acreditando que ambas tem a mesma idade. É bem divertido. Tem muita gente comparando a série com Sex and the City, por falar sobre vários assuntos, se passar em Nova York e ser basicamente sobre relacionamentos e amigas. Recomendo muito e acho difícil não se apaixonar pelos personagens e pela trama.

Ah, e óbvio, reparem nos looks de Liza, que são bem interessantes e urbanos. Os cabelos dela são um show à parte, com ondas lindas e incrivelmente saudáveis.

Parabéns ao E!, que está investindo em séries tão legais e inovadoras pra nós, mulheres!

 

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set
23
2015

Crônicas de uma Shopaholic: Beleza Dourada

É óbvio que eu preciso de um batom desses, pensei. Como eu, uma pessoa apaixonada por maquiagem, ainda não tenho esse objeto lustroso em embalagem metálica dourada? Que é bom eu tenho certeza já que a marca é renomada mundialmente. Mas… será que eu preciso dele ou será só mais um batom entre os outros? Hum… o da Dior acabou…então é necessário enfeitar a penteadeira com um luxinho douradinho lindo como esse.
A paixão por batons e maquiagens ricas começou no fim da adolescência, porque por questões óbvias, eu precisava marcar minha entrada na idade adulta. Era um tempo em que não se tinha tanta oferta de produtos como hoje e a gente descobria cores e texturas por nós mesmas. Meu primeiro amor foi um gloss rosa da Dior…bem suave, com cor rosa clarinho com partículas fininhas de brilho. Lindo, com leves partículas brilhantes. Depois dele me entreguei por completo. Então veio a sombra da Chanel (#saudade) com o marrom neutro perfeito com leves brilhos, assim como as melhores sombras da marca que já vi. Usei até o final, sem deixar nada pra contar história . Logo após conheci a Sisley, Guerlain, Lancôme, e por aí vai…
Certo, o batom YSL. Todo mundo dizia que é ultra hidratante e tal. Comprei e valeu cada centavo. Aí as pessoas perguntam: por que diabos as mulheres estão tão sucumbidas a maquiagens e aparência? São os novos tempos, horas! Blah, da minha parte isso é mentira, eu nem tiro selfies, afinal. Sim, sou um E.T. nos tempos de hoje, e daí? Isso chama ser original, tá?
Aí o tal batom chega (porque claro, comprei online), eu coloco na penteadeira ao lado de seus novos amiguinhos (os outros batons), mas ele é o rei agora (que me desculpem os outros, mas se uma Chanel não tem uma embalagem estonteante como essa, fazer o que?). O que diziam era verdade, o cheiro é maravilhoso e a hidratação a melhor de todas. Claro que ele não sai de casa, tem que ficar bem quietinho pra não estragar, né. E cumprir seu reinado. Papo de gente louca? E qual shopaholic não é?

Se ficou curiosa pra saber qual cor eu comprei desse batom da YSL, foi a número 1. Tem post aqui falando sobre.

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set
9
2015

Crônicas de uma Shopaholic – A Laranjinha dos Sonhos

Amor à primeira vestida. Foi assim. Vou ser sincera e dizer que a primeira vez que vi essa gracinha por foto achei bem fantasia e meio loucona, não num bom sentido. Mas quando vi ao vivo meu coração bateu mais forte. Aquela cor de laranjinha intenso com micro espelhinhos e brilhinhos fizeram coraçõezinhos nos meus olhos que nem desenho animado, sabe?
O preço era bem salgadinho pra uma pessoa que nunca teve o costume de usar saias longas. Significaria sair total da minha zona de conforto. Compro ou não compro, compro ou não compro, compro ou não compro? Uiiii…
Aquela ideia de me sentir uma princesa meio hippie era muito sedutora e veio junto com uma névoa de contos de fadas. Mas como uma shopaholic autêntica em busca de cura, não poderia me deixar levar por um sentimento assim tão fácil. Não desta vez, não mais uma vez.
Ai, como saia longa é mágica né gente? Acho que seria muito feliz no século XVIII, apenas pelo fato de ver todo aquele tecido girando em torno de mim mesma. Aiai, e os bailes? Aí eu sairia correndo pelos jardins do castelo e meu vestido voaria na velocidade dos meus movimentos, porque claro, seriam de tecidos super nobres, dã! É assim que a minha geração de Barbies e princesas cresceu? Castelos, lustres e todas essas coisas de luxinho que séculos passados nos remete através de filmes…infantis… Nossa, que dó da gente né?! Em pensar que uma simples saia com uma estampinha e brilhinhos me fez voar tão longe. Aí eu digo: somos shopaholics porque vemos todo um sonho por trás de cada peça que nos apaixonamos. Nossa cabeça cria histórias mágicas sem que ao menos percebamos e pronto! A paixão já se instalou. Com roupas, com pessoas e tudo mais…(não estou dizendo que vamos comprar pessoas, mas vocês me entenderam, né?).

Se eu comprei a saia? Sim, não resisti, mas por muito menos, na promo, como eles chamam. Acho que quase ninguém viu nela o que eu vi porque ainda havia muitas em estoque. Comprei online, claro! É no computador que meus instintos de consumo mais se afloram, afinal, as peças me seguem por toda parte por culpa dessa coisa chamada remarketing do senhor Google.

Vou confessar que quando a tal saia chegou em casa, perdeu 30% de seu encantamento, fato. Mas agora ela faz parte da minha coleção de sonhos e mesmo sendo menos encantadora que antes, já tem toda uma história criada por mim. Isso mesmo sem ainda ter estrado a laranjinha.

Hum, ficou interessada nessa saia linda? Ela é da marca Farm e tem ainda pra vender nessas três lojas: Farm, OQVestir e Shop2gether. Todas super confiáveis.

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ago
25
2015

Série: Brooklyn Nine-Nine

Oi meninas. Hoje vou falar de uma série que atualmente é uma das minhas favoritas no quesito comédia. Brooklyn Nine-Nine é sobre uma delegacia de polícia e a relação entre os colegas de trabalho.

Confesso que não tive muita vontade de assistir num primeiro momento porque pensei que seria muito cliché, meio sem graça. Mas nossa, como eu estava errada! A série é muito legal, com humor constante e rápido, do tipo uma risada atrás da outra. Rápido eu digo, porque as situações engraçadas são muito seguidas. Eu particularmente nunca dou risada alto mesmo quando acho engraçado algo, mas os personagens são tão hilários que dou uma risada atrás da outra…alto.

Outra coisa que gostei é que cada personagem tem uma personalidade muito definida. Jake Paralta é o protagonista. Um detetive que não leva as coisas a sério e cria a maioria das situações. O chefe dele, Capitão Holt é o melhor na minha opinião, porque é tão sério que acaba sendo engraçado. Sabe aquele tipo de pessoa que nunca sorri ou ri de nada? Então, é ele. Os outros personagens também são ótimos, só assistindo pra entender!

A série vale muito a pena. Assistam porque é muito difícil não gostar! ;)

Quem já assistiu?

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ago
13
2015

Que dia é hoje mesmo?

Estou viciada em assistir vídeos no Youtube de blogueiras de diversos assuntos, principalmente de maquiagem. Andei observando um padrão entre várias delas, assim como as pessoas à minha volta: todas dizendo que o tempo está passando muito rápido e que o ano já está quase no fim. Cliché, eu sei. Mas muitas dessas youtubers trocam os meses e dizem: “vou mostrar meus produtos favoritos do mês de julho, ops, agosto”.  Esse exemplo é somente pra ilustrar o quanto os momentos, o tempo e as situações passam sem percebermos.

Li alguma vez em algum lugar que o presente não existe, pois quando se para para pensar nele, já tornou-se passado. Então haveria somente passado e futuro? Não sei, mas estamos sempre em busca de muitas coisas e as pessoas estão ainda mais individualistas. Seriam esses os grandes vilões da história, as coisas e o individualismo excessivo? Gostaria de pensar que não, pois ao sermos mais individualistas nos conhecemos melhor e descobrimos o que nos faz feliz…mas perdemos muito da vida em grupo e interação com outros indivíduos nesse meio tempo.

Percebo que atualmente até as pessoas mais boazinhas e compreensivas não suportam muita coisa. Se não está tudo do seu jeito, não tem jeito. Hum…antigamente eramos obrigados a suportar muitas coisas desnecessárias mas tudo tomou um rumo bem “não aceite nada como está, faça do seu jeito”. Isso é legal para um incentivo interior, mas o mundo está levando tudo ao pé da letra.

Agora, voltando nessa coisa do tempo passar cada vez mais rápido, vamos pensar: você hoje faz e busca uma quantidade de coisas que buscava há, digamos, dez anos atrás? Eu arrisco um palpite que não. Então pare para pensar, quando foi a última vez que visitou pessoas queridas ou sentiu uma verdadeira sensação de relaxamento e tranquilidade. Quantas noites mal dormidas, dores no corpo, dramas, irritações, e tudo pra que? Muita gente que parou pra pensar nisso surtou e abandonou o estilo de vida corrido por algo totalmente oposto.

Depois de tudo isso acabamos voltando em parte no individualismo novamente, e pensando, o que me dá mais prazer? Talvez seja essa a resposta para todas as suas questões. Mas lembre-se que a moderação é a chave do equilíbrio, em todos os campos e todos os sentidos.

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Sobre

Tatiana, moro no interior de São Paulo, sou formada em moda e amo todo o universo feminino...
Saiba mais...
Clara Milla

Maria Madu

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